Estou no ônibus na altura da amurada da Glória com Suiá e Sérgio. Me lembro de que estou passando em frente ao meu antigo prédio e de repente estamos com os uniformes do Pedro II e depois não estamos mais com eles. Estamos vestidos para uma festa.
Após comentarem algo subimos pela passagem do Rio Sul que vai subindo em uma rampa mais alta e parece que há uma festa durante o dia e Suiá está na porta me esperando. Conversamos algumas coisas e de repente entro.
Há um palco no qual encenaremos um musical. Está na minha hora e eu tenho que me apresentar e sou o protagonista daquela obra. Nisso Jesus Cristo está no musical fazendo o papel dele mesmo, sendo real. Há alguém que fala para ele me exorcizar e tirar o demônio de mim, já que estou para fazer um outing ali no palco. No momento em que Jesus resolve fazer isso eu estou com outras roupas e cantando os versos "You make me feel, mighty real" do Sylvester com olhar irônico e vitorioso para Jesus.
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Tuesday, January 29, 2013
Monday, June 25, 2012
Nudez na madrugada
Já é noite e desço uma rua em Laranjeiras. É a Belisário Távora, mas ela parece uma grande ladeira. Alguém me diz que vai até a metade dela e esperar o ônibus e reclama o fato dele não subir até lá. Critico esse mimimi dizendo que seria inviável e digo que vou até a rua da parte baixa esperar o ônibus.
Para chegar até embaixo o transporte usual são uns papelões que se desce como no skibunda. Pego um desses e desço em grande velocidade pela ladeira e a sensação é ótima.
Antes de atingir a rua principal paro próximo a um largo e tento ver a casa de um amigo de infância que morava ali, o Fábio. Mas me lembro de que ele se mudou há muitos anos para Belém do Pará.
Quando chego na rua percebo que estou vestindo só uma cueca cor de tom da pele. É madrugada e aparentemene não há muitas pessoas na rua, mas de repente me vejo vestido. Como em um flash back vejo como consegui as roupas.
Passo pela primeira casa, tento roubar uma peça de roupa no varal, mas não tem a que eu quero. Passo por outra na mesma rua de baixo e consigo uma camisa polo, meio que com uma âncira na estampa, algo de tema da marinha.
E assim de camisa e cueca ando mais tranquilo e alguém me diz que não há problema, que estou no Rio, uma cidade de praia e que estar daquele jeito é comum. Eu me sinto melhor e passo perto de um bar onde há pessoas bebendo cerveja e mesas na calçada. Percebo que todos me olham e me aplaudem, me acham bonito.
Sunday, July 18, 2010
Caramelo
Estou na fila das Lojas Americanas. Vejo que tenho uma nota de 10 reais depois de ter passado 5 para a Fabi. Compro um pacote com balas de caramelo da Nestlé. Julgo o preço ser caro, acima de dois reais, mas tenho comigo uma nota de 10 que poderá cobrir o preço. Várias caixas, todas mulheres de óculos, rápidas em seu serviço, porém tenho tempo de tirar minha nota quando e minha vez.
Para minha surpresa descubro que tenho uma nota de 5 reais e com ela pago o caramelo, mesmo sem saber o preço. A caixa passa o preço pelo leitor e fica assustada com o preço, mas não me diz o valor. Vale notar que na loja todos os dados antes da minha vez eram digitados e cada tecla digitada fazia um barulho e as compras eram registradas em telas médias para que o supervisor da loja pudesse ver algo caso fosse chamado numa emergência. No entanto, penso que aquilo tira a privacidade das pessoas, pois mesmo sem ver o preço, as outras pessoas na fila sabem item por item o que o cliente está comprando.
Ao pagar a caixa chama as outras mulheres para saber porque o valor do caramelo é mais caro e me pergunta se é daqueles que desmancham facilmente na boca e digo-lhe que não e que o sabor dele é superior. É uma bala de pouca fabricação atual e por isso ela é mais cara. Ela abre o pacote, pega uma bala e distribui outras duas ou três para suas colegas de trabalho, como se fosse perfeitamente natural. Eu fico com raiva e com medo de parecer mal educado.
(obs: nesta mesma noite tive um outro sonho no qual conversava com a Fabi e dizia-lhe da minha necessidade inconsciente de agradar meus pais, mesmo sabendo que não há exigência deles em relação a isso e como transfiro esse comportamento em outras áreas da minha vida e nele meus pais dizem que essa minha necessidade não tem motivo)
Daí eu digo-lhes: vocês vão ressarcir ou diminuir o preço das balas, pelo fato de vocês estarem pegando-as? Elas ficam sem graça e me dão o troco e vejo várias moedas de 1 real e 25 centavos na mesa branca de uma delas, mas que ficava mais atrás.
Ao sair estou na rodoviária e vejo um ônibus todo fumê prestes a sair. Vou correndo para confirmar a parte da frente e vejo que é o Bacaxá. Eu bato na porta fechada para entrar e o motorista me ignora e arranca com o ônibus e eu grudo na porta. Antes de fazer a primeira curva no terminal ele pede que eu saia da porta para abrí-la e eu entrar. Eu faço isso e entro.
Ao mesmo tempo outro eu sai correndo atrás deste mesmo ônibus, ele vinha mais atrás e o perde.
Para minha surpresa descubro que tenho uma nota de 5 reais e com ela pago o caramelo, mesmo sem saber o preço. A caixa passa o preço pelo leitor e fica assustada com o preço, mas não me diz o valor. Vale notar que na loja todos os dados antes da minha vez eram digitados e cada tecla digitada fazia um barulho e as compras eram registradas em telas médias para que o supervisor da loja pudesse ver algo caso fosse chamado numa emergência. No entanto, penso que aquilo tira a privacidade das pessoas, pois mesmo sem ver o preço, as outras pessoas na fila sabem item por item o que o cliente está comprando.
Ao pagar a caixa chama as outras mulheres para saber porque o valor do caramelo é mais caro e me pergunta se é daqueles que desmancham facilmente na boca e digo-lhe que não e que o sabor dele é superior. É uma bala de pouca fabricação atual e por isso ela é mais cara. Ela abre o pacote, pega uma bala e distribui outras duas ou três para suas colegas de trabalho, como se fosse perfeitamente natural. Eu fico com raiva e com medo de parecer mal educado.
(obs: nesta mesma noite tive um outro sonho no qual conversava com a Fabi e dizia-lhe da minha necessidade inconsciente de agradar meus pais, mesmo sabendo que não há exigência deles em relação a isso e como transfiro esse comportamento em outras áreas da minha vida e nele meus pais dizem que essa minha necessidade não tem motivo)
Daí eu digo-lhes: vocês vão ressarcir ou diminuir o preço das balas, pelo fato de vocês estarem pegando-as? Elas ficam sem graça e me dão o troco e vejo várias moedas de 1 real e 25 centavos na mesa branca de uma delas, mas que ficava mais atrás.
Ao sair estou na rodoviária e vejo um ônibus todo fumê prestes a sair. Vou correndo para confirmar a parte da frente e vejo que é o Bacaxá. Eu bato na porta fechada para entrar e o motorista me ignora e arranca com o ônibus e eu grudo na porta. Antes de fazer a primeira curva no terminal ele pede que eu saia da porta para abrí-la e eu entrar. Eu faço isso e entro.
Ao mesmo tempo outro eu sai correndo atrás deste mesmo ônibus, ele vinha mais atrás e o perde.
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