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Wednesday, May 24, 2006

Gatos e Gatos (que nadam)



O Bush na televisão mostra as suas novas armas contra o terror. Uma matilha infinita de pastores-alemães segurados por soldados. Eu vejo isso em uma Tv tela plana grande em um quarto branco, em cima de uma cama grande, confortável, de lençóis brancos bonitos e começo a esbravejar contra o Bush pois ele quer que os cachorros comam os gatos, verdadeiros terroristas. Acho um absurdo até o momento em que vejo um carneiro em cima da minha cama e um gato o devora. Fico revoltado com o gato e em seguida um cachorro devora o gato.

E começa uma confusão de gatos fugindo de cachorros e carneiros correndo. Um gato sai debaixo da cama, penso que é um rato. Mas ao olhá-lo escondido na cômoda do lado da cama vejo que é um gato vira-lata de olhos grandes. Faço o chiado para chamar gatos e noto que embaixo da cama há mais gatos, mas em cima da cômoda há um belo gato grande branco bem peludo e manso. Pego-o no colo e acaricio.

O quarto tem uma porta de vidro e do lado de fora há um jardim com um piscina. Em seguida chegam no quarto vários nadadores, competidores de uma equipe, todos altos, bonitos e, obviamente, chamam a minha atenção.Alguém está sentado do meu lado, em princípio é o Luis mas depois é um outro nadador, não sei ao certo. Sei que um dos nadadores está de sunga vermelha, pele queimada do sol, loiro, alto e esquio senta-se com uma banda da bunda na minha perna e a outra na perna do cara ao meu lado, pois o quarto estava cheio.

Depois o nadador está no meu colo completamente e começo a acaraciá-lo. Passo a mão pelo seu corpo, noto que há uma minúscula barriga e elogio o corpo dele e dos outros nadadores, falando o quanto a natação deixa os corpos deles bonitos. Ele agradece o elogio e deixa passar a mão nele, mesmo eu sabendo que ele é hetero. Mas ao notar a minha evidente excitação ele me diz que está com medo de mim pois tenho cara de quem vai (sexualmente) comê-lo. Eu dou uma risada e digo que ele não sairá do meu colo porque naquele momento a minha excitação é evidente e obviamente não quero levantar de pau duro.

Thursday, December 22, 2005

A Louca Testemunha

Estou em uma casa velha. Casa de serviço de proteção às testemunhas. E ela ficava onde é o auditório do Pedro II, a posição dela. Ela possui dois cômodos: um com uma beliche e outro com uma cama de casal. Em cada um dos quartos uma televisão. No que tinha beliche havia uma televisão Philco 14” (exatamente como a que eu tinha) e na do outro quarto era uma grande marrom 20” da Philips (como já tivemos aqui em casa, a nossa primeira TV a cores).

Estou na parte de cima do beliche e as pessoas que estavam comigo vão embora. Decido juntar os colchões das três camas e assistir a TV no cômodo da TV maior, embora a imagem a TV de 14” seja melhor, e fico na dúvida. Quando estou indo pro tal cômodo chegam 3 pessoas: uma mulher, louca e outra com uma menina. As três são testemunhas de um crime, ou vão denunciar na justiça os maus tratos e as condições de vida das empregadas domésticas. A imagem do julgamento corre na minha cabeça.

A louca parece ser testemunha chave e vai pro quarto menor, mas começa a falar muitas coisas e a começar a desmentir o que viu, que não tinha certeza se foram os tais garotos que cometeram o assassinato. Vou saindo do quarto e vendo a louca falar e a mulher com a criança também fazendo conta de que está prestando a atenção na louca. Depois ela fecha a porta e deixa a mulher falando sozinha.

Nisso eu falo que é perigoso deixá-la trancada, ainda mais com a televisão. Ela pode ter um surto e quebrar tudo. A moça concorda, mas como ela já fechou a porta não decide abri-la mais. E eu fico frustrado porque queria ver a TV em uma boa imagem e fico assistindo a TV 20” em imagem ruim, cheia de chuviscos. Depois eu saio da casa e passo pelo corredor de onde era o antigo auditório.