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Saturday, March 15, 2014

Caminhão baú

Estou em um certo lugar, que se parece com os fundos de uma casa, com um quintal bonito em que está minha irmã. Conversamos um pouco, enquanto ela parece preparar um churrasco. Oz me chama pra sair e eu fico no dilema se saio ou se fico ali conversando com ela, já que não a vejo há um certo tempo. Depois de algumas ponderações eu decido sair.
Então estou no alto de um caminhão-baú, sentado. Ele é dirigido por um homem que não me recordo quem era. Eu penso em ir para algum lugar de praia, plano, mas ele disse que antes passaremos pela serra. E o caminhão segue passando pela serra de Petrópolis, parando um um ponto e depois em outro. E o caminho é sinuoso e em certos momentos, o motorista se lembra de me perguntar se minha cabeça bate em alguma árvore, mas lhe digo que consigo me desviar delas de boa.

Este outro ponto é um sítio, uma chácara com uma casa muito bonita. Há poucas árvores nela e a paisagem é meio árida, diferente da exuberância que há na serra. O motorista fala para eu descer, mas que não demoraremos ali.

A casa então parece ser de amigos do Átilas de São Paulo e ele em certos momentos parece estar comigo e, quando o dono da casa chega, amigo dele, não.

O dono da casa é um homem grande, careca, gordo, alto, de cerca de 40 anos. Acho que já o tinha visto antes por conversas via Skype ou algo assim. Ele está vestido muito arrumadinho, de camisa polo, bermuda, tênis branco, meia.

Antes dele vir falar comigo ele vai fazer xixi no banheiro que fica bem junto à sala onde estou sentado. E me estranha o fato dele fazer isso de porta aberta. Eu curioso, observo, mas ele joga o corpo para frente, impossibilitando de que eu veja mais.

Então desse o primeiro rapaz, branco, magro, barbinha que se aproxima do dono da casa, que acabara de me cumprimentar rapidamente. Eles rapidamente esfregam os paus um do outro no banheiro e então saem. O rapaz se senta numa cadeira próxima a minha e o dono da casa sai.

Desce uma série de outros rapazes. Todos me parecem ser amantes do dono da casa. Alguns preferem cumprimentar o Átilas antes de vir falar comigo. Só um que fala espanhol vem falar comigo direto, em que eu respondo com um “Hola, como estás” e ele chama a atenção de alguns desses amantes, acho que o único rapaz negro entre eles, para vir falar comigo. Os cumprimentos são sempre sem força. Frágeis.
Daí o rapaz que está sentado na cadeira parece ser meu conhecido. Aparecem algumas meninas e uma delas senta no colo dele. Ela lembra da época em que ele era famoso e dizia que não tinha como acreditar no romance dele com uma garota, um romance de fachada, enquanto ela parece ser a namorada nova dele. Eu estranho tudo aquilo porque ela sabe que ele é gay, mas insiste em ser sua namorada.

Outras meninas aparecem e sinto que naquele lugar as pessoas usam drogas, mas evitam de fazê-lo na minha frente, coisa que comento com Átilas. E então chega uma outra moça que fala que experimentou maconha, mas que achou ridículo o estado em que ela ficou e eu levanto a mão para concordar com ela, por sermos, talvez, os únicos naquele grupo que não usam drogas ilícitas.


Mais pra frente, ela e outra moça falam a respeito da Larissa Maciel, de saber algo dela, de bastidores e eu comento que a única coisa relevante que ela fez na TV foi a minissérie Maísa, que depois ela foi pra Record onde ela não era ninguém. As meninas então me puxam pra conversa e continuam a trolar a atriz...

Thursday, January 10, 2013

Retorno

Estou em casa e as janelas estão fechadas. A campainha toca. De longe, olho uma criança pelo vidro, com uniforme vermelho de colégio. Chamo minha mãe, que finge escutar. Depois eu a aviso para atender e ela se faz de surda e pergunto se ela está dando uma de dona Jô. Ela então resolve atender a porta e vai dizendo que provavelmente aquela criança me procura. No entanto, não era para mim, era para ela.

A menina leva minha mãe até a parte próxima a portaria do condomínio e lá há duas crianças que o pai já tinha avisado a ela que elas iriam visitá-la. Minha mãe se diverte com elas e eu vou ver o computador.

Nele há mensagens de J. e S.. O primeiro diz que o último está namorando, como para me provocar, mas ao mesmo tempo S. já me dissera algo em suas mensagens e conversamos amigavelmente. De repente uma outra pessoas que parece ser de Friburgo me fala que pegou o carro e foi até Maricá fazer pegação, ao mesmo tempo em que essa pessoa me parece ser o próprio J mas ser mais alguém também. Ele me fala da diferença entre fazer isso de carro e a pé e me diz que a pé é melhor e tomo isso como uma sugestão.

O mesmo papo continua, só que agora com outro J. Ele me diz que estava em um lugar de pegação e que recebeu a cantada de um cara. Acompanho a história e penso inicialmente como uma traição ao A. Mas depois penso que não tem nada a ver, é a relação deles. Ai sou capaz de me ver dentro da casa da mãe de J com A. tentando cantar um cara sem sucesso, enquanto algo me diz que A está cheio de chifres. Estou lá na casa da mãe de A. é noite e está acontecendo uma festa.

De repente me dou conta que é dia e já estou indo embora indo para casa. Tento entender porque senti que conversei pouco com J e A. Me dou conta que chegara na casa no dia anterior para uma festa e que cheguei tarde da noite. Ai logo fomos dormir (me lembro de dona A arrumando os colchões) e que estava saindo de manhã cedo. Mas me parece ser tarde e tenho que voltar para Araruama. Me parece que estava saindo porque estava com pouca atenção dos anfitriões, mas parece que saio para chegar logo logo em casa.

Sunday, December 30, 2012

Casarão

Estou caminhando no fim do aterro com algumas pessoas. O Fernando está comigo e parece envelhecido. Ele faz um comentário e eu lhe digo que ele já passou por ali comigo antes.

Ele nega, mas afirmo enquanto minha mãe o questiona. Lá pelas tantas ele resmunga alto e diz que já passou ali, mas nunca com bichinhas atrapalhando seu caminho. Vejo duas bichas magrinhas fechando o caminho dele e depois elas se tornam duas pequenas colunas de tijolos.

O caminho termina e há pedras junto ao mar. Ele vai mais adiante para fazer xixi atravessando um muro com tijolos a mostra e de longe vejo um caminhão tipo trio elétrico com um palhaço me chamando.
Vou para junto do caminhão, mas me dou conta de que estou num casarão. Por fora ele parece o museu arqueológico de Araruama.

Caminho por ele junto com uma mulher de meia idade, branca, magra. Vamos até a parte de trás da casa onde tem um quintal com gente tocando samba. E o nosso objetivo era chegar ali. Agora era hora de voltarmos.

Tínhamos que buscar um lugar na casa. Pensamos no frigorífico pois estava muito quente. Mas nele tinha carne podre e os homens trabalhando na limpeza.

A mulher descobre um lugar na cozinha para ficar onde outras jovens vestidas com roupas brancas descascavam batatas. E eu prosseguia na minha busca.

Dai eu começo a andar por quartos. E parece um labirinto pois não acho saída. Num deles entro com a Juliana Paes. E na outra porta entra outra atriz parecida com ela e alguém tenta se lembrar do nome. Mas vejo que é a Juliana também.

Sigo pela casa labirinto e aí a Juliana fala que só com um mapa. Diz que estamos em Tomás Coelho ou Coelho da Rocha. Que a saida está ali perto e que pegando o ônibus podemos voltar para aquela casa. Eu já estou fora, no ponto e vejo a casa ao longe. É para lá que decido ir.


Wednesday, July 18, 2012

O velho



Parece cena de novela. Há dois homens em uma saleta de um apartamento de um velho rico. Eles conspiram algo e ao mesmo discutem. São comparsas.

De repente, em meio a uma discussão, um deles deixa cair do carpete um cristal. Parece ser bem caro, é feito de pedras preciosas. Um deles recolhe os pedaços e coloca-os dentro de um copo de vidro. E ele diz ao o outro: caia fora daqui. Estava excluindo-o do plano de ter a fortuna do velho rico.

Neste exato momento aparece o velho: "por que você está expulsando-o?". O que estava par ser expulso está perto de uma lareira com o copo na mão fingindo que bebe água. E o velho diz: "sei muito bem que vocês estão tramando contra mim e de mim não levarão nada".

O velho olha para o que está com o copo. Ele diz que está bebendo água, mas o velho sabe que ele está mentindo e que ali há os cristais. Então ele como para disfarçar, diz ao velho que estava protegendo os cacos ali para depois dar ao velho e evitar que ele fosse pego por espertalhões.

O velho pega o copo e diz que nenhum deles há de ficar com a fortuna dele. E que aqueles cristais valem milhões. E antes que alguém pense em pegá-los após a sua morte ele diz que deixou em testamento a sua vontade. E ele olha para mim.

Faz algumas perguntas sobre duas pessoas que estão comigo, onde elas moravam. E me faz a mesma pergunta e eu lhe respondo "Na Glória!". Ele olha surpreso para mim "Na Glória?" E eu digo "sim, do lado fo Hotel Glória, o sr deve conhecer". Ele diz que nunca esteve no hotel por dentro, mas o conhecia e acertou o nome do prédio onde morei bem como se recordava de meu pai. Daí ele faz qualquer pergunta sobre o tempo e restrinjo a resposta: "Morei lá durante 30 anos na verdade  e isso inclui o período de sua pergunta, de 18 a 27 anos. Hoje eu moro em Araruama". Daí ele me pergunta: "E não era exótico morar ali do lado do Hotel, de frente para o Aterro, praia..."

Eu lhe respondo: "Senhor, quando se mora em um lugar desde que eu nasci, nada me parece estranho, nada é exótico."  Resta ao velho, resignado, concordar.

Thursday, July 14, 2011

A Nina do 24 Horas està matando uma série de pessoas. É o começo da segunda temporada e eu nao compreendo, pois não sei se ela morre no fim da primeira temporada ou da segunda.
Eu a vigio e ao mesmo tempo fujo dela. Tem varias pessoas morrendo, mas ha uma mulher que sempre escapa dela mesmo sem entender o que acontece. Ela sempre tem sorte e escapa.
A mulher é reduzida de tamanho e desce por uma corda que na verdade està ligada à Nina. Ela entra pela janela e ve a Nina procurando alguém para matar. Nos escondemos eu e a mulher dentro de um vídeo cassete. Lá dentro vemos o movimento da vilã e peço silencio à mulher que està comigo para ficarmos quietos para que não sejamos descobertos.