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Friday, July 08, 2011

White Palace



Ai só me lembro que andava naquele lugar cercado por palácios brancos e ao lado parecia ter quadras poliesportivas como as do Vasco, lá na Glória. E onde era para ter quadras de tênis, há cemitérios. E os palácios são igrejas onde ocorrem casamentos. Pessoas choram, pessoas contentes, parece que aquele é o lugar para isso acontecer. Lembro-me do filme "quatro casamentos e um funeral".

Eu o vejo se aproximando. Na verdade ele são três que conheço, dois atores e o Segundo Paulista ali hibridos em um só. Cabelos pretos encaracolados, lindo! Ali fora ele está para um casamento que não é o dele, pois ele já é casado com uma mulher. Há um mural do lado de fora da igreja-palácio com fotos do casamento dele, como aqueles que ficam na porta de estúdios fotográficos.

Entro em um desses palácios e lá dentro Fabiana me diz algo e vejo, pelo vidro, o mar de Cabo Frio. Parece que iremos para lá mais tarde, mas outra mulher me chama para uma das salas onde não sei se há um reunião ou velório. Sei que tenho que ir para uma outra sala exatamente igual a que eu estava no canto oposto. Lá há uma chave de energia que tenho que desligá-la e assim o faço. Off!

Tuesday, November 17, 2009

A estação


Subo uma escada com Fabi e Lu e vamos parar num guichê da estação de trem. Ali há um vidro enorme, clássico com um buraco no meo e nele há um anúncio de oferta de emprego, algo assim. Depois o anúncio diz outra coisa da qual não me recordo. Fabi e Lu pagam a passagem pelo buraco para a atendente mal humorada. Eu separo os 2 reais da passagem e passo o dinheiro pela parte de cima do vidro só para dificultar a vida daquela atendente. Fabi e Lu perguntam algo sobre o horário do trem e ela avisa que aquele que está na plataforma não é o nosso, que o nosso chegará às 8:20. Eu pergunto a ela sobre o nosso trem e ela me diz que o nosso trem é mais chique, cheio de frufru, típico para homossexuais. Eu a retruco, digo-lhe desaforos e a ameaço de processo e sigo com as meninas para a estação, onde há um trem vermelho com detalhes em romboides amarelos - parecidos com os da MRS Atlântica -com algumas pessoas cantando funk. O trem parte e nesse momento vejo o sol nascer. Há algumas pessoas tirando fotos e digo às meninas que farei o mesmo e que os seguranças estão de olho na gente e que certamente irão implicar conosco. Coloco o tripé e começo a fazer as fotos do sol que nasce em meio a um retãngulo formado entre prédios. A atendente para me repreender chega e mais uma vez brigo com ela apontando que há outras pessoas fazendo o mesmo e que ela está movida por razões pessoais. Discuto e deixo um pote cheio de insetos sobre a sua cabeça em seu guichê de atendimento.