Ele observa pelo muro baixo da casa alguns homens jogando bola no terreno em frente. Vários lhe apetecem. Para lidar com o desejo, coloca o pau para fora e masturba-se, discretamente por detrás de uma das pilastras do muro. Um dos jogadores repara, comenta qualquer coisa e ele tenta, em vão, disfarçar. O jogador diz que está com vontade de fazer xixi e pergunta se há um banheiro disponível.
Ele conduz o jogador que vai à frente passando pelo corredor até chegar o quarto. A ordem é “siga direto e entre na última porta à direita”. As outras portas, dos outros cômodos, em especial a do quarto dos pais, estão fechadas. Isso lhe dá uma segurança de ninguém verá o estranho dentro de casa e fará perguntas a respeito dele. O jogador encontra a porta e, enquanto mija, ele arruma uma desculpa para ver o jogador. A porta do banheiro está aberta e ele, disfarçando que está pegando uns papéis na cômoda em frente ao banheiro, repara o pau do jogador. O jogador dá uma risada safada e ele começa a se masturbar, tal como fizera antes no muro. Diante disso, o jogador mostra o corpo inteiramente nu e faz o mesmo. Os dois se beijam, nus e se jogam na cama, se beijam ardentemente enquanto o pau de um roça no do outro.
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Sunday, August 17, 2008
Friday, June 29, 2007
Run to the sun
Estou na frente de um portão que dá acesso a um terreno baldio e reconheço que ali funciona uma universidade. Éa USP, embora nada se parecesse com ela. Alguém do lado de fora do portão pergunta a dois rapazes com uniforme de educação física - um calção azul e camiseta regata branca - se ali funciona o curso de Educação Física da USP. Os rapazes do lado de dentro confirmam. O que estava do lado de fora pergunta algo sobre o currículo, algo que tinha a ver com um currículo mais avançado, mas os meninos, com cara de estudantes secundaristas dizem que o ensino ali é técnico e com a aparência de uma aula de Educação Física comum, como as que acontecem nas escolas.
Enquanto isso percebo uma incoerência: no fim do terreno vejo o mar e digo aos rapazes que ali não pode ser São Paulo, pois existe a praia. Penso estar em Santos. Entro pelo portão, atravesso o terreno gramado - mal cuidado- e vejo a praia. Da areia observo o mar e fico com medo de um outro sonho meu recorrente: penso que virá um grande tsunami. Todavia o que ocorre é que as ondas vão atingindo distâncias maiores da faixa de areia à medida em que vou recuando. Me afasto e a água cobre mais areia, até não restar nenhuma faixa de areia e, então, começo a subir os degraus de pouca altura e bem largos que separam o terreno da praia.
Cansado de sentir medo, olho para o mar e digo "ei, peraê, esse sonho é meu, então sei que este mar sou eu". Comparo com o sonho dos ets, e decido encará-lo de frente e então o mar se abre em duas colunas, como a mítica passagem de Moisés pelo Mar Vermelho. Passo, mesmo com o receio de que as colunas se desfaçam e eu morra afogado. Vou em direção ao sol, no fim do horizonte. Quando me aproximo do sol vejo uma bola escura , com alguns pontos brancos, se assemelhando ao mapa celeste. Decido entrar dentro desse buraco-sol. De repente acordo em uma cama de hospital em um cenário que lembra a cozinha da casa da minha tia em Anchieta. Os médicos dizem que eu saí do coma. Tiro o tubo que está em minha boca e decido andar até outros cômodos do tal hospital, mesmo sabendo que deveria ficar em observação. Encontro outros homens negros em uma espécie de box, nus e enquanto eles respondem a algumas perguntas de alguém -seriam médicos? - vamos nos tocando, até a pessoa que faz as perguntas sair e ficarmos os três nos tocando.
Enquanto isso percebo uma incoerência: no fim do terreno vejo o mar e digo aos rapazes que ali não pode ser São Paulo, pois existe a praia. Penso estar em Santos. Entro pelo portão, atravesso o terreno gramado - mal cuidado- e vejo a praia. Da areia observo o mar e fico com medo de um outro sonho meu recorrente: penso que virá um grande tsunami. Todavia o que ocorre é que as ondas vão atingindo distâncias maiores da faixa de areia à medida em que vou recuando. Me afasto e a água cobre mais areia, até não restar nenhuma faixa de areia e, então, começo a subir os degraus de pouca altura e bem largos que separam o terreno da praia.
Cansado de sentir medo, olho para o mar e digo "ei, peraê, esse sonho é meu, então sei que este mar sou eu". Comparo com o sonho dos ets, e decido encará-lo de frente e então o mar se abre em duas colunas, como a mítica passagem de Moisés pelo Mar Vermelho. Passo, mesmo com o receio de que as colunas se desfaçam e eu morra afogado. Vou em direção ao sol, no fim do horizonte. Quando me aproximo do sol vejo uma bola escura , com alguns pontos brancos, se assemelhando ao mapa celeste. Decido entrar dentro desse buraco-sol. De repente acordo em uma cama de hospital em um cenário que lembra a cozinha da casa da minha tia em Anchieta. Os médicos dizem que eu saí do coma. Tiro o tubo que está em minha boca e decido andar até outros cômodos do tal hospital, mesmo sabendo que deveria ficar em observação. Encontro outros homens negros em uma espécie de box, nus e enquanto eles respondem a algumas perguntas de alguém -seriam médicos? - vamos nos tocando, até a pessoa que faz as perguntas sair e ficarmos os três nos tocando.
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Sunday, April 01, 2007
Entertainment Tonight

Planejo o meu novo programa. Fofocas de celebridades. Penso em traduzir direto do Entertainment Tonight (ET), por causa da logomarca em colocar uma frase em português com ET que fizesse sentido...algo iniciado com "eu". Lembro-me do TV Fama e digo que quero um programa diferente, apesar de ser o mesmo tema. Nada de imagens vagabundas em slow-motion do Big Brother Brasil. Um outro lado meu pensa em filmar as imagens direto do computador, via you tube, mas digo que não. Todas essas idéias passam em uma televisão em uma casa. Digo que quero comentários sobre jogadores de futebol, pois isso atrairia o telespectador do sexo masculino...quero fazer algo diferente e ao que me parece o programa passará na Band.
Em seguida estão anunciando, fazendo uma propaaganda de uma nova TV por assiatura, dentro do banheiro, a Suzy Rego e o Celso Portioli em estilo SBT. Eles anunciam que você paga a assinatura por 4 reais e ganha uma cartela tipo telesena que corre pela Loteria Esportiva todo sábado. Enquanto isso eu faço xixi em um mictório que parece um grande porta-sabonete líquido quebrado, enquanto ele vai falando. Elogio o fato de do lado do mictório ter uma saboneteira (essa sim funcionando) para lavar as mãos. De repente há um outro homem moreno sem camisa - os apresentadores da propaganda sumiram- fazendo xixi ali. Beijo-lhe o pescoço e digo a ele que sairei dali pra ele ficar mais à vontade. Ele diz que não faz diferença e me faz segurar no pau duro dele dizendo-me que estava louco precisando fuder. Dou uma risada e me lembro que ele tem um grupo de amigos - são três ou quatro- e que eu já transei com todos.

Vou com ele para a cama grande em um quarto. Já não é mais o moreno, mas um cara alto, musculoso, careca (cabeça raspada). Estamos transando loucamente quando ouvimos o barulho do portão da casa. Ele diz para não me preocupar porque deve ser a Mariana, faxineira da casa. Peço para ele confirmar isso e de longe espiando pela varanda- que na realidade é um grande terraço- é de fato a Mariana. Ele vê de longe para que ela não possa vê-lo nu.
De repente ele corre do quarto e desce as escadas de madeira escuras até a sala, antes que Mariana o veja e volta com uma toalha. "Esqueci deste detalhe" ele me diz, como se a toalha fosse pra ser usada depois que a gente gozasse. A toalha tem um pedaço que emperra na porta de vidro mas ele consegue dar um jeito.
Ouvimos passos de Mariana subindo as escadas e como o vidro é transparente precisamos cobrir com algo para que ela não nos veja transando. Cubrimos o vidro com redes, puxando as varandas das redes para que ela não veja nada. Mesmo assim ela sobe e eu fujo para o pequeno banheiro que há no quarto.
Mariana cisma com o cara de que começaria a faxina no banheiro. Para que ela não me veja eu vou me afastando e tentando me esconder por trás de varandas de rede. Em vão...porque ela se aproxima cada vez mais. A minha solução final é lançar um raio desintegrador nela que a envia para uma chamada quarta dimensão, onde não há nem comprimento, nem largura nem altura. Ela se desintegra e o cara fica preocupado. Eu digo-lhe que ela ficará ali temporariamente e que depois que terminássemos ela voltaria e se esqueceria de toda a cena voltando para o mesmo ponto em que ela estava antes, isto é, o momento em que ela entra na casa. Digo a ele que ainda poderia usar outro raio, mas que como ainda estava lendo o manual de instruções eu só sabia usar aquele raio desintegrador. E voltamos para a transa.
Wednesday, May 24, 2006
Gatos e Gatos (que nadam)

O Bush na televisão mostra as suas novas armas contra o terror. Uma matilha infinita de pastores-alemães segurados por soldados. Eu vejo isso em uma Tv tela plana grande em um quarto branco, em cima de uma cama grande, confortável, de lençóis brancos bonitos e começo a esbravejar contra o Bush pois ele quer que os cachorros comam os gatos, verdadeiros terroristas. Acho um absurdo até o momento em que vejo um carneiro em cima da minha cama e um gato o devora. Fico revoltado com o gato e em seguida um cachorro devora o gato.
E começa uma confusão de gatos fugindo de cachorros e carneiros correndo. Um gato sai debaixo da cama, penso que é um rato. Mas ao olhá-lo escondido na cômoda do lado da cama vejo que é um gato vira-lata de olhos grandes. Faço o chiado para chamar gatos e noto que embaixo da cama há mais gatos, mas em cima da cômoda há um belo gato grande branco bem peludo e manso. Pego-o no colo e acaricio.
O quarto tem uma porta de vidro e do lado de fora há um jardim com um piscina. Em seguida chegam no quarto vários nadadores, competidores de uma equipe, todos altos, bonitos e, obviamente, chamam a minha atenção.Alguém está sentado do meu lado, em princípio é o Luis mas depois é um outro nadador, não sei ao certo. Sei que um dos nadadores está de sunga vermelha, pele queimada do sol, loiro, alto e esquio senta-se com uma banda da bunda na minha perna e a outra na perna do cara ao meu lado, pois o quarto estava cheio.
Depois o nadador está no meu colo completamente e começo a acaraciá-lo. Passo a mão pelo seu corpo, noto que há uma minúscula barriga e elogio o corpo dele e dos outros nadadores, falando o quanto a natação deixa os corpos deles bonitos. Ele agradece o elogio e deixa passar a mão nele, mesmo eu sabendo que ele é hetero. Mas ao notar a minha evidente excitação ele me diz que está com medo de mim pois tenho cara de quem vai (sexualmente) comê-lo. Eu dou uma risada e digo que ele não sairá do meu colo porque naquele momento a minha excitação é evidente e obviamente não quero levantar de pau duro.
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Monday, March 20, 2006
Sofá-Cama

Como eu poderia estar ao mesmo tempo na minha casa e na casa do meu avô? Pois era bem isso o que aconteceu no sonho do qual quero me lembrar agora e foi mais ou menos assim: eu na casa do meu avô, conversando com ele e com meus pais. Dona Lúcia como sempre está preparando um monte de comida mas eu estava louco para chegar em casa.
Eu em casa transo com um cara, sei que ele é estrangeiro mas não sei seu nome e ele vai embora.
Na casa do meu avô na panela há milho cozido e ele me diz que não precisa eu ir naquela hora pois o almoço já está quase pronto, e eu decido, portanto ficar. Ao mesmo tempo consigo ver pela janela da sala da casa dele uma luz e de fundo a minha própria casa.
Em casa minha mãe está na sala e eu em um sofá em um cômodo que não existe. O estrangeiro volta e eu já o reconheço. Ele é alto, forte, tronco largo. Veste uma camiseta por dentro da calça jeans realçando o seu corpão barbie. Ele tem a pele da mesma cor da minha, tem cavanhaque, cabelo grande liso, rosto largo e olhos negros. Lábios carnudos. Nos beijamos e ficamos nos roçando enquanto fico preocupado em não deixar a coisa ir mais longe por medo de minha mãe nos dar flagrante.
Enquanto o beijo eu pergunto-lhe: qual o seu nome? Mahammed Mahan. Não é Mohammed como Maomé? Não, é com "a" mesmo.
Depois ele me diz que veio da Guiana, seu pai é mulçumano e a mãe é indiana católica. E agora me dou conta de que estamos sobre o sofá cama vermelho que ficava aqui no corredor.
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Wednesday, January 18, 2006
Antes de viajar

Entardecer na Estação das Barcas. A memória volta em forma de flashback e me lembra de um passeio que fiz, ao mesmo tempo, pro Corcovado e para o Pão-de-Açúcar. Pegamos uma catamarã até o corcovado, eu e Luis. E nas barcas estava ele ali ao meu lado para repetir o passeio, embora a falta de grana só desse para ir ao Pão-de-Açúcar.
Ainda na estação alguém pergunta para onde estamos indo e eu respondo que é para Londres. Uma viagem de lua de mel, parece. No cume do Pão-de-Açúcar a gente pegaria uma condução para lá. Me esqueci de quem fez essa pergunta mas era alguém que também iria viajar e achou chique a nossa escolha.
Luis ainda me diz que aquela hora era boa para aproveitar o pôr do sol.
Andamos em direção ao cume do morro, e no caminho eu vejo as catamarãs indo em direção ao Corcovado e o céu já escurecido. A rampa de acesso ao morro tem o mesmo piso do corredor que leva até as barcas, só que ele é mais íngreme. Num dado momento o Luis se põe a andar na minha frente e eu peço para ele me esperar lá em cima.
No meio do caminho encontro uma mulher, morena de cabelos encaracolados e de blusa branca com babados e calça comprida jeans. Ela me chama para seguir por uma série de estacas que flutuam sobre o mar. Os seguranças tentam impedi-la mas alguém dá ordens para que não parem ela pois ela está no momento de inspiração poética.
É justo nesse momento que estou vendo, em pé nas estacas, ela debruçada sobre o parapeito junto ao corredor escrevendo um texto, dizendo-se inspirada, e ela descreve algo belo sobre aquela noite, olhando para o Corcovado.
Depois eu retomo o caminho enquanto o Luis já disparou lá em cima. Encontro algumas figuras conhecidas e uma delas me elogia bastante e me abraça, supostamente em sinal de amizade, mas sinto que ele me toca. Ele me dá um beijo no rosto e não me dá chance de falar que sou comprometido. Depois disso ele roça a bunda no meu pau e me mostra ela, baixando a calça. E dou uma risada e sigo o meu caminho em direção ao cume, cheio de satisfação pelo gesto do cara.
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